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10 réis (1835-1835)
1835-1840 Carimbos Locais: Pará - Cobre
1835-1840 Carimbos Locais: Pará - CobreINFORMAÇÕES PRINCIPAIS
| Valor facial: | 10 réis |
| Denominação: | Rs 0$010 |
| Padrão Monetário: | Mil-Réis |
| Série: | Carimbos Locais: Pará - Cobre |
| Período de emissão: | 1835-1835 |
| Material: | cobre |
| Abrangência: | regional |
| Situacao: | fora de circulação |
FACES DA MOEDA
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DESCRIÇÃO DO ANVERSO
n/d
DESCRIÇÃO DO REVERSO
n/d
INFORMAÇÕES GERAIS
A moeda de 10 réis
pertence ao padrão monetário Mil-Réis.
Esta moeda foi fabricada no período 1835-1835,
produzida em cobre e
para circulação regional.
Atualmente, esta moeda encontra-se fora de circulação
.
Carimbo de 10 sobre 40 réis..
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
| Formato: | circular |
EMISSÕES
| ano | produção | CRMB |
|---|---|---|
| 1835 | n/d | 1835-C-010x1 |
REFERÊNCIAS EM CATÁLOGOS Krause KM# 409
| ano | CRMB | Prober | Amato | Bentes |
|---|---|---|---|---|
| 1835 | 1835-C-010x1 | C-1415 | - |
PADRÃO MONETÁRIO
MIL-RÉIS - Rs (de 08/10/1833 a 31/10/1942)
O MIL-RÉIS foi oficializado em 08.10.1833, através da Lei n° 59 assinada no 2° Império, pela Regência Trina durante a menoridade de D.Pedro II. Mil-réis passou a designar a unidade monetária e réis os valores divisionários.
O MIL-RÉIS foi oficializado em 08.10.1833, através da Lei n° 59 assinada no 2° Império, pela Regência Trina durante a menoridade de D.Pedro II. Mil-réis passou a designar a unidade monetária e réis os valores divisionários.
PERÍODO POLÍTICO
Império, Período Regencial (1831-1841)
Decênio de 1831 a 1840, compreendido entre a abdicação de D. Pedro I e o chamado Golpe da Maioridade, quando seu filho D. Pedro II teve a maioridade proclamada.
CONTEXTO HISTÓRICO
Carimbo unifacial de fundo liso sem orla de contorno, aposto pelo Governo Revolucionário do Pará (1835 a 1840), nas moedas de cobre para redução de valor.
A Cabanagem
Cabanagem foi uma revolta social ocorrida no Império do Brasil, na então província do Grão-Pará, estendendo-se de janeiro de 1835 a 1840, durante o período regencial brasileiro. Marcado por um cenário de pobreza extrema, fome e doenças, o conflito existiu muito devido à irrelevância política à qual a província foi relegada após a Independência do Brasil.
Nos antecedentes da revolta, havia uma mobilização da província do Grão-Pará para expulsar forças reacionárias que desejavam manter a região como colônia portuguesa. Muitos líderes locais da elite fazendeira, ressentidos pela falta de participação política nas decisões do governo brasileiro centralizador, também contribuíam com o clima de insatisfação após a instalação do governo provincial.
