Moeda Rs 0$100 (Vicentinas - Cacique Tibiriçá e panóplia indígina)

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Rs 0$100 (Vicentinas -  Cacique Tibiriçá e panóplia indígina)
Rs 0$200 (Vicentinas - Caravela e esfera armilar)
Rs 0$400 (Vicentinas - Cruz de Cristo e América do Sul)
Rs 0$500 (Vicentinas - Bandeirante João Ramalho e gibão bandeirante)
Rs 1$000 (Vicentinas - Martim Afonso de Souza, imagem e brasão)
Rs 2$000 (Vicentinas - D. João III, busto e escudo real)

Rs 0$100

NÍQUEL
Mil-Réis
Anverso Rs 0$100 (Vicentinas -  Cacique Tibiriçá e panóplia indígina)
Bordo Rs 0$100 (Vicentinas -  Cacique Tibiriçá e panóplia indígina)
Reverso Rs 0$100 (Vicentinas -  Cacique Tibiriçá e panóplia indígina)
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© Coleção Eduardo Rezende

ANVERSO

Busto do cacique Tibiriçá. No campo, em sete linhas interrompidas pela figura, IV centenário da Colonização do Brasil, 1532-1932. Abaixo da data 1532 a sigla LC do gravador Leopoldo Alves Campos

REVERSO

No campo, ao alto, uma panóplia (amontoado de armas) indígena. Por baixo, o valor 100 RÉIS em duas linhas. A esquerda da haste da lança a sigla WT do gravador Walter Rodriques Toledo

PADRÃO MONETÁRIO

MIL-RÉIS (de 08/10/1833 a 31/10/1942)
O MIL-RÉIS foi oficializado em 08.10.1833, através da Lei n° 59 assinada no 2° Império, pela Regência Trina durante a menoridade de D.Pedro II. Mil-réis passou a designar a unidade monetária e réis os valores divisionários.

PERÍODO POLÍTICO

República, Era Vargas (1930-1945)
Período em que Getúlio Vargas governou o Brasil por 15 anos ininterruptos. Caracterizado pelas inúmeras alterações que Vargas fez no país, tanto sociais quanto econômicas.

LIMITES GEOGRÁFICOS

Comemorativa

ORIGEM

Casa da Moeda, Rio de Janeiro

CARACTERÍSTICAS

Material: cuproníquel
Diâmetro: 21 mm
Massa: 5 g
Espessura: 1,8 mm
Bordo: liso
Titulagem: Cu 750, Ni 250
Eixo: Eixo Vertical (EV) ⇈
Circulação: de 01/01/1999 a 01/01/1999

OBSERVAÇÕES

Chamadas de vicentinas por terem sido lançadas em 1932 durante comemoração dos 400 anos da fundação da Vila de São Vicente, a atual cidade de São Vicente, estado de São Paulo.

EMISSÕES KM# 527

ano produção CRMB Prober Amato Vieira Bentes obs.
1932 1.012.214 1932-N-100c N-2010 V.135 N-125 661.01 214 em estojos oficiais
Citação das fontes de códigos de referência de moedas:
KM# é código de referência de Krause-Mishler do Standard Catalog of World Coins, 2014
CRMB é código de referência proposto por este site - Código de Referência das Moedas Brasileiras
Prober extraido do Catálogo das Moedas Brasileiras, de Kurt Prober, 3ª. edição, 1981
Amato extraido do Livro das Moedas do Brasil, de Amato/Neves, 17ª. edição, 2024
Vieira extraido do Catálogo Vieira - Moedas Brasileiras, de Numismática Vieira, 14ª. edição, 2012
Bentes extraido do Catálogo Bentes - Moedas Brasileiras, de Rodrigo Maldonado, 1ª. edição, 2013
Fontes dos códigos de referência das moedas:
KM#, Standard Catalog of World Coins, Krause-Mishler, 2014
CRMB, deste site, Código de Referência das Moedas Brasileiras
Prober, Catálogo das Moedas Brasileiras, Kurt Prober, 3ª. edição, 1981
Amato, Livro das Moedas do Brasil, Amato/Neves, 17ª ed., 2024
Bentes, Catálogo Bentes, Rodrigo Maldonado, 1ª. edição, 2013
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A série: 1932-1932 400 anos de colonização - Vicentinas

EDUCA - www.oieduca.com.br

Série lançada para comemorar o 4.º centenário da colonização do Brasil, as moedas contém imagens alusivas ao descobrimento e à colonização do Brasil. Vila de São Vicente, 22/01/1532. Situada na parte oeste da ilha de São Vicente, no atual estado de São Paulo, a vila foi fundada pelo fidalgo português Martim Afonso de Sousa. Em 1530, ele chefiou uma expedição com o intuito de explorar a nova colônia portuguesa, percorrendo todo o litoral atlântico até o Rio da Prata. Como recompensa, foi nomeado pelo rei Dom João III como donatário da Capitania de São Vicente. Nos tempos da fundação da vila, a região era dominada por grupos tupis, majoritariamente tamoios, os quais mantiveram uma convivência pacífica com os portugueses. Na nova cidade, Martim Afonso instalou um pelourinho, uma igreja, uma câmara e engenhos para a manufatura do açúcar. Além do plantio da cana, desenvolveu-se também a agricultura de subsistência e a pecuária. A vila, por suas características geográficas, tornou-se um eficiente ponto de parada para o reabastecimento dos navios e para o tráfico de escravos índios. De lá também saíram as primeiras expedições para o interior, inclusive a que fundou a cidade de São Paulo. O nome São Vicente, herdado da ilha onde a vila se localiza, foi dado pela expedição de Gaspar de Lemos, em 1502, em homenagem a São Vicente Mártir.